Economia

S. Jorge e Graciosa esperam melhorias no transporte marítimo

  • 11 de Setembro de 2009
  • 160 Visualizações, Última Leitura a 22 Agosto 2017 às 14:48
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Os núcleos empresarias da Graciosa e S. Jorge consideram muito positivas as novas regras de serviço público para o transporte marítimo no grupo central, destacando que a medida anunciada este semana pelo Governo Regional é positiva para estas ilhas e um bom ponto de partida para a melhoria de um serviço que consideram não servir os interesses de S. Jorge e da Graciosa.  Fátima Silveira, presidente do Núcleo Empresarial de S. Jorge, diz-se “satisfeita” com os horários apresentados expressando o desejo que “sejam cumpridos”.

A dirigente destaca igualmente a introdução de ligações diárias entre S. Jorge e as restantes ilhas do triângulo (Pico e Faial), uma situação há muito reivindicada pelos empresários jorgenses. Fátima Silveira elogia também o facto do Executivo Regional apresentar uma estratégia de transportes marítimos conjunta para o grupo central.

A presidente dos empresários de S: Jorge congratula-se ainda pelo anúncio atempado das novas regras “ o que vai permitir uma melhor preparação dos agentes turísticos e trazer mais pessoas a S. Jorge”.

Apesar da opinião positiva sobre as novas regras, a responsável do Núcleo Empresarial não deixa de classificar 2009 como “ o pior ano a nível de transportes”, questionando igualmente o tipo de embarcações utilizadas “que não tenho a certeza sejam as que mais nos convêm nas ligações inter-ilhas, penso que será feito um novo estudo pelo Governo Regional sobre o tipo de embarcação a utilizar”.

Transportes na mão do Estado

Em relação ao Núcleo Empresarial da Graciosa, Carlos Brum, o seu presidente, está igualmente contente, realçando que o transporte marítimo deve estar dentro do espectro do serviço público “ se não for assim estávamos sujeitos ao mercado o que para uma ilha como a Graciosa não é favorável”. O líder dos empresários graciosenses defende a intervenção da tutela “sempre que seja necessário e existam situações que o justifiquem”.

Carlos Brum espera que as novas obrigações do serviço publico de transportes venham trazer mudanças “ao mau serviço que tem vindo a ser feito”, lembrando que na Graciosa as queixas em relação às ligações marítimas já não são de agora “temos tido uma situação que há alguns ano tem vindo a correr mal”, considerando que em 2009 o Governo “privilegiou Santa Maria em prejuízo do grupo central”.

Atlântida por explicar

Repassando o que aconteceu na operação marítima de 2009, Carlos Brum lembra “os navios que estavam previstos e depois não apareceram”, estranhando que o processo do navio Atlântida, recusado pelo Executivo ainda em fase de construção, “ não tenha tido responsáveis e até à data não sabemos o porquê da situação ter corrido mal”.

O dirigente entende que o Viking, navio alugado para substituir o Atlântida, apresenta excelentes condições mas “ não está adaptado aos nossos portos, tratou-se de uma situação de recurso”.

 

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