Economia

Falhas de luz no Parque Industrial de Angra

  • 6 de Agosto de 2009
  • 228 Visualizações, Última Leitura a 18 Novembro 2017 às 21:39
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Empresários do Parque Industrial de Angra do Heroísmo queixam-se de sistemáticos problemas no abastecimento eléctrico na zona, situação que já originou a percas de material informático.
 
O problema arrasta-se há já várias semanas, segundo informação prestada pela empresa “Estraga Ferro”, sediada no local. Segundo a mesma fonte, têm existido problemas praticamente todos os dias que vão da quebra de tensão momentânea até falham de luz que já chegaram aos 20 minutos de duração.

“Nos últimos dias, quinta-feira faltou a luz pelas 13h57, na passada segunda-feira às 15h02 e no dia seguinte faltou durante 15 minutos, antes do almoço”, afirma Onélia Sousa, funcionária da Estraga Ferro. A mesma fonte acrescentou que o problema está generalizado entre as empresas do Parque Industrial, e que já não é de agora que o serviço prestado pela EDA é alvo de criticas entre os empresários locais.

“No inverno dizem que os problemas são fruto do mau tempo, agora não sabemos qual será a justificação”, afirma a administração da Estraga Ferro. 

Estas falhas levaram a que no último dia 29 de Junho uma fonte de alimentação de um computador se tenha queimado devido a uma quebra de tensão. A empresa reportou o caso à Electricidade dos Açores (EDA) dando conta do ocorrido, ao que a fornecedora respondeu negando qualquer problema na rede.
 
Pedido de explicações
 
Alertada para a situação por vário associados, a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) enviou dia 3 de Agosto uma carta endereçada à EDA a solicitar informações sobre o problema e esclarecimentos sobre os procedimentos adoptar pelos seus associados que tenham tido danos matérias fruto das falhas de electricidade.

Sandro Paim, presidente da CCAH confirmou à “a União” a existência de várias queixas de empresários sobre esta situação, realçando que os cortes de luz, para além dos problemas com máquinas “ provocam paragens na actividade das empresas e consequente quebra de produtividade das mesmas”.

O responsável afirmou ainda que alguns associados já tinham feito chegar estas queixas junto da EDA, desconhecendo, até ao momento que algum deles tenha tido resposta por parte da empresa.

Contactada pela “a União”, a empresa Electricidade dos Açores remeteu para o dia de hoje uma resposta oficial sobre este assunto.

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