Economia

Zona industrial pode manter entrada principal

  • 23 de Julho de 2009
  • 197 Visualizações, Última Leitura a 22 Setembro 2017 às 15:17
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A secretaria regional da Ciência Tecnologia e Equipamentos está a estudar uma proposta da Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) de criação de uma entrada directa da Via Vitorino Nemésio para o parque industrial.

Na prática, o antigo acesso principal seria mantido exclusivamente como entrada, sendo a saída feita pelos novos acessos construídos, que incluem rotunda e ponte. Os dois possíveis acessos ficariam a pouco mais de 150 metros de distância.

De acordo com o presidente da CCAH, Sandro Paim, este é um dos principais problemas que afligem os empresários estabelecidos no parque industrial. “Quando estes se estabeleceram na zona pagaram os terrenos e fizeram a sua escolha tendo em conta que aquela era a zona principal do parque. Com as obras na via rápida, essa estrada é fechada e fica um beco sem saída, defraudando as expectativas dos comerciantes”, avança.

Erro de projecto

Apesar dos dois possíveis acessos ficarem relativamente próximos, Sandro Paim acredita que a entrada directa na zona industrial se justifica, até porque em causa está um “erro de projecto”.

 “Primeiro que tudo não são tão próximos quanto isso. Se a entrada directa não for feita, a entrada no parque fica duas estradas acima desta zona principal. Além disso, quando o projecto de reabilitação da via foi pensado, devia ter sido tido em conta que a estrada principal e a zona principal do parque eram aquelas”, sustenta.

“Em vez de ter sido feito um acesso para a zona principal do parque industrial, foi feito para uma zona muito secundária, ainda com muitos poucos empresários instalados”, sustenta.

Para que a entrada directa no parque industrial seja uma realidade é necessário criar uma faixa de desaceleração, com desvio do caminho paralelo e dos órgãos de drenagem existentes.

A delegada da secretaria regional da Terceira, Isménia Landeiro, já avançou que “o proposto não poderá ser atendido no âmbito da empreitada a decorrer, por não estar contratualizado, nomeadamente com o projectista da obra, no entanto poderá ser feito à posteriori desde que fique garantida a segurança e características da via”.

Sandro Paim afirma ter já o parecer favorável da câmara municipal e acredita ter uma “resposta em breve” da secretaria.

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