Economia

Empresas da Região com limite de trabalhadores extra-comunitários

  • 18 de Fevereiro de 2009
  • 242 Visualizações, Última Leitura a 17 Agosto 2017 às 11:45
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As empresas do arquipélago só podem contratar, ao longo deste ano, 80 trabalhadores de países não pertencentes à União Europeia. Esta fixação de um limite de trabalhadores extra-comunitários é obrigatória por lei, sendo que a Região determinou que esse número seja de 80.

A Associação de Imigrantes dos Açores afirma já ter recebido uma nota da direcção regional do Trabalho para que se pronuncie sobre este número, mas adianta, para já, que é, “por uma questão de princípio”, contra quotas de imigração.

“O nosso princípio é de que as quotas não têm resultado, por um lado devido à elevada burocracia e, por outro, porque há um défice de comunicação entre as autoridades locais e do país de origem. Como o sistema não funciona, as pessoas encontram outras formas de entrar o país e multiplicam-se os casos de imigração ilegal”, sustenta Paulo Mendes, presidente da AIPA.

Quanto ao número, a AIPA prepara-se agora para avançar uma proposta ao Governo Regional, no sentido de um “número mais razoável”. “Parece-nos que 80 é um pouco limitativo, deveria haver mais margem de manobra”, considera Paulo Mendes.

No entanto, o responsável pela associação considera que já é um avanço o facto de a Região ter conseguido uma quota autónoma, podendo adaptar o número de trabalhadores extra- UE que recebe à sua realidade.

Recorde-se que o número fixado pela Madeira é de apenas 20 trabalhadores.

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