Economia

Governo e banca assinam protocolos para crédito

  • 29 de Janeiro de 2009
  • 260 Visualizações, Última Leitura a 19 Agosto 2017 às 03:39
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O Governo Regional assina, na próxima semana, em Angra do Heroísmo, protocolos com a banca para a criação de duas linhas de crédito, no valor global de 140 milhões de euros, destinadas a apoiar as empresas da Região a enfrentar a crise.

A medida aprovada pelo Conselho de Governo de 16 de Janeiro prevê a criação de uma linha de crédito bonificado de 40 milhões de euros, destinada ao reforço do fundo de maneio e do capital permanente das empresas e outra de 100 milhões, para compensar o tecido empresarial regional do impacto negativo, na estrutura de custos, do aumento das taxas de juros entre Janeiro de 2006 e Outubro de 2008.

O vice-presidente do Governo Regional, Sérgio Ávila disse ontem ao DI que os protocolos serão assinados com todas as instituições bancárias com balcões nos Açores. “Qualquer empresa com sede na Região pode dirigir-se a um banco onde tem a sua actividade e recorrer às linhas de crédito”, referiu.

Sérgio Ávila assegura que o processo será conduzido “de forma rápida” pela banca para que seja concretizada em pouco tempo a transferência de recursos financeiros para as empresas para a criação do fundo de maneio ou para a reestruturação das dívidas”.

Condições de acesso

A linha de crédito destinada ao reforço do fundo de maneio e do capital permanente das empresas prevê a concessão de um aval até 75 por cento do financiamento concedido às empresas com menos de 50 trabalhadores e até 50 por cento do financiamento obtido pelas empresas de média dimensão.

Para além deste apoio, o Governo Regional irá bonificar as taxas de juro aplicadas a estes financiamentos, assegurando que as micro e pequenas empresas terão acesso a uma taxa de juro bonificada no valor integral do “spread” e ainda de 0,25 por cento da própria Euribor, enquanto as empresas médias beneficiam de uma bonificação entre 50 e 70 por cento do valor do “spread”.

A outra linha de crédito destina-se a apoiar à redução dos encargos financeiros bancários das empresas e destina-se à reestruturação do seu endividamento. Nesse caso, as empresas podem ter uma bonificação de 50 por cento da taxa de juro suportada pelas empresas através do “spread” até ao limite de 30 por cento dos encargos financeiros que tiveram que assumir nos últimos dois anos.

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