Economia

Spam em circulação duplicou nos últimos 4 anos

  • 17 de Junho de 2008
  • 276 Visualizações, Última Leitura a 23 Setembro 2017 às 02:13
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De acordo com o Instituto Nacional das Tecnologias da Comunicação (INTECO), uma entidade espanhola, o nível de lixo electrónico passou de 40 por cento há quatro anos para 80 por cento na actualidade, colocando o nível de spam em circulação a nível internacional num patamar alarmante.

As fontes de propagação são diversas e estão colocadas em vários pontos do mundo. Já os alvos deixaram de ser apenas os utilizadores privados e passaram a ser também as empresas e entidades governamentais.

Um estudo da
Symantec, vai de encontro aos dados publicados pelo INTECO, indicando que, no primeiro semestre de 2006, o tráfego de spam correspondia a 54 por cento do total de mensagens de correio electrónico em circulação e que, actualmente essa percentagem já ascende a 80 por cento.

Por seu turno, a
MessageLabs, detectou em finais de 2007, um nível de spam na ordem dos 73,5 por cento, e de 75 por cento já no início deste ano.

Os motivos que levaram ao despoletar da propagação de lixo electrónico nas caixas de correio dos utilizadores são diversos mas o aumento do volume de ligações de banda larga em todo o mundo foi um dos factores que mais contribuiu para a duplicação da percentagem de spam em circulação.

A proliferação das redes bot, assim como o melhoramento das técnicas de propagação de malware utilizadas, são outros dois motivos que se somam à lista de causas que justificam o crescimento do volume de spam.

Analisando as mensagens em circulação, verifica-se que 80 por cento dos emails são escritos em inglês, embora no último ano a utilização de mensagens em alemão e russo tenha aumentado significativamente, assim como as que são escritas com caracteres chineses.

A nível global, as mensagens têm três origens principais: Estados Unidos, Europa e Ásia. A primeira é aquela a partir da qual se enviam mais mensagens (43 por cento), seguida da Europa (33 por cento) e da Ásia (17 por cento), dizem os dados da Symantec.

No que se refere aos países mais afectados, os números colocam no topo da lista, a Índia, Estados Unidos, Espanha, Suécia, França, Itália e, recentemente, Israel.

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