Economia

Saldos de Inverno terminam hoje com quebras entre 10 e 20%

  • 28 de Fevereiro de 2011
  • 215 Visualizações, Última Leitura a 24 Junho 2017 às 17:29
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Os cortes salariais em Janeiro e alterações nos escalões de IRS prejudicam vendas.

Nem as reduções de preços, que chegam a 80%, nos saldos de Inverno foram suficientes para evitar as quebras nas vendas.

O primeiro balanço feito pela Confederação de Comércio e Serviços de Portugal (CCP) aponta para um decréscimo de vendas entre 10% a 20% dos saldos de Outono-Inverno que terminam hoje.

A CPP associa esta quebra de vendas aos cortes salariais de Janeiro. João Vieira Lopes, presidente da confederação, explicou ontem, à agência Lusa, que "os cortes salariais, bem como as alterações nos escalões do IRS, deixaram os portugueses com menor poder económico para aproveitar as grandes baixas de preços nos produtos, particularmente no mês de Fevereiro".

No final de 2010, o retalho beneficiou de uma antecipação das compras perante a subida do IVA em Janeiro, tal como aconteceu em alguns sectores.

Apesar disso, as vendas destes saldos sofreram quebras na ordem de 10% a 20%, em comparação com o ano anterior.

E em todos os sectores, desde os electrodomésticos, mobiliário e têxteis.

Os saldos de Outono-Inverno arrancaram a 28 de Dezembro, de 2010, tendo como objectivo escoar ‘stocks' e conseguir receitas para investir na nova colecção.

Desde 2007, os saldos de Inverno realizam-se entre 28 de Dezembro e 28 de Fevereiro, enquanto os saldos de Verão acontecem entre 15 de Julho e 15 de Setembro.

Durante o resto do ano, as lojas apenas podem fazer promoções ou liquidações.

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