Economia

Região quer Fundação para a Ciência e Tecnologia como parceira no Instituto de Biotecnologia

  • 8 de Fevereiro de 2011
  • 276 Visualizações, Última Leitura a 19 Novembro 2017 às 02:46
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O Governo Regional dos Açores quer envolver a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) como parceira no Instituto de Biotecnologia e Biomedicina, que vai ser instalado nas antigas instalações universitárias da Terra Chã, em Angra do Heroísmo.

“Estamos a sensibilizar a FCT para se associar ao nosso projecto em termos de equipamento laboratorial ou em apoio para a possibilidade de trazermos mais investigadores aos Açores”, afirmou José Contente, secretário regional da Ciência e Tecnologia.

José Contente, que falava à Lusa em Ponta Delgada no final de um encontro com João Sentieiro, presidente da FCT, assumiu a “vontade” do executivo regional em ter a única agência pública portuguesa de financiamento de ciência como parceira neste projecto.

O secretário regional salientou que os Açores iniciaram uma “caminhada científica e tecnológica que necessita de parceiros credíveis”, frisando ainda a importância da internacionalização do projecto do Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores (IBBA).

Este centro de investigação científica vai ser instalado no antigo pólo universitário da Terra Chã, na Terceira, estando previsto para breve o início da requalificação das instalações.

Na sequência da aposta do executivo açoriano em “projectos científicos e tecnológicos inovadores e de contexto empresarial”, o IBBA, entre outras valências, vai receber uma empresa na área da medicina nuclear, passando a contar com o segundo ciclotrão (acelerador de partículas) a nível nacional.

O IBBA contará ainda com um Centro de Inteligência Competitiva para prestar serviços à comunidade académica e empresarial no domínio da indústria farmacêutica, biomedicina, biotecnologia e vigilância tecnológica, acompanhando ainda as tendências tecnológicas mundiais e disponibilizando formação na área da gestão da inovação.

“O IBBA representa uma mais-valia na materialização das áreas de ponta”, afirmou José Contente, acrescentando que os Açores necessitam de investigação ligada ao contexto empresarial para que “a transferência de conhecimento dê maior riqueza no futuro”.

João Sentieiro destacou a colaboração que já existe ao nível do sistema científico açoriano, salientando que o arquipélago possui “pólos de excelência de grande qualidade, com prestígio internacional”.

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