Economia

Empresas alimentares sem investir a nível estrutural

  • 13 de Janeiro de 2011
  • 227 Visualizações, Última Leitura a 21 Agosto 2017 às 00:42
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A maioria das empresas e indústrias do setor alimentar das ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa cumpriram, no último semestre de 2010, com os parâmetros da Higiene e Segurança Alimentar.

Contudo, sentem "sérias dificuldades em melhorar ao nível estrutural, em virtude dos grandes constrangimentos financeiros que sentem".

De acordo com o tratamento estatístico do 2º relatório semestral de 2010 elaborado pelo Programa QualSafe, da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), registou-se uma "evolução positiva dos controlos analíticos efetuados nas empresas inscritas no programa".

No entanto, apesar dos responsáveis das empresas de restauração, talhos, panificação, frutarias, comércio alimentar, laticínios e indústria se mostrarem "interessados em saber mais sobre as exigências legais", existem, nesta fase, "algumas reticências à sua implementação", sobretudo "devido às dificuldades financeiras manifestadas".

Segundo se lê no relatório, "os empresários estão conscientes das medidas de melhoria a adotar, as dificuldades começam a ser ultrapassadas e já se verificam melhorias funcionais e de atitude em relação às recomendações dadas pelas técnicas".  Todavia, "os empresários atravessam uma fase difícil a nível financeiro".

Nesse sentido, a CCAH promove, no dia 18 de janeiro, um Workshop sobre os "Sistemas de Incentivos para a Segurança e Qualidade Alimentar" de modo a explicar como se faz o levantamento  e como se podem colmatar as necessidades.

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