Economia

Próximo ano é decisivo para os Açores em matéria de cooperação externa e assuntos europeus

  • 5 de Novembro de 2010
  • 245 Visualizações, Última Leitura a 22 Setembro 2017 às 15:12
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O Secretário Regional da Presidência afirmou hoje, na Horta, que 2011 vai ser “um ano decisivo” para os Açores em matéria de cooperação externa e assuntos europeus.

André Bradford justificou a opinião lembrando que no próximo ano irão decorrer as negociações com a União Europeia de várias políticas comuns, “algumas das quais de grande importância para os Açores”, como são as políticas de pesca, agrícola e regional.

A política regional define o quadro de apoios financeiros existentes para as regiões a partir de 2013 e é nesse sentido que nós teremos, este ano, de “reivindicar um tratamento específico, como tem acontecido para as regiões periféricas”, disse o Secretário Regional da Presidência.

Ouvido hoje pelas Comissões de Política Geral e de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho sobre as propostas de Plano Anual Regional e de Orçamento para 2011, André Bradford considerou que os Açores terão no próximo ano “dois palcos ideais” para procurar maximizar os apoios que a Região conta receber da União Europeia.

Segundo referiu, em 2011 os Açores terão a presidência da Comissão das Ilhas a nível europeu, o que nos dá “visibilidade” e permite também por essa via “salientar as nossas especificidades”.

Por outro lado, continuou André Bradford, no último trimestre do próximo ano teremos também a presidência das Regiões Ultraperiféricas nos Açores, “o que nos permitirá ser um interlocutor privilegiado desse processo de negociação”.

Apesar destas circunstâncias implicarem “uma certa redução no global do investimento”, o Secretário Regional da Presidência sublinhou que, mesmo assim, foi possível manter na essência as medidas, os programas, as acções e também as dotações para prosseguirmos a nossa actividade governativa nas áreas da Cooperação Externa, Assuntos Europeus, Comunidades, Juventude e Comunicação Social.

Em relação às comunidades, o governante defendeu a necessidade de “dar uma dimensão de visibilidade às nossas comunidades nos países de acolhimento do ponto de vista social, politico, económico e cultural”.

“Nós temos muitos valores de grande sucesso e muito bem inseridos nas sociedades onde estão radicados, e isto deve ser conhecido para que a comunidade em geral e as comunidades açorianos em geral beneficiem desse facto”, defendeu André Bradford.

 

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