Economia

Rigor das finanças é meta do Orçamento

  • 10 de Setembro de 2010
  • 236 Visualizações, Última Leitura a 18 Agosto 2017 às 22:05
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Manter o rigor orçamental das finanças públicas regionais constitui a principal meta do Plano e Orçamento para 2011. A afirmação é de Carlos César, na sequência da audição dos parceiros sociais no âmbito da elaboração do documento para o próximo ano. Estimando que atinja os 500 milhões de euros, o presidente do Governo elegeu como segunda prioridade a estabilidade do investimento público e o apoio aos privados.

O terceiro eixo eleito aponta para a minimização dos impactos negativos junto dos agregados familiares resultantes da aplicação do PEC. Carlos César revelou que o seu gabinete vai ser mais selectivo no apoio a disponibilizar para o tecido empresarial, privilegiando-se o investimento que tenha impacto directo nas exportações. A economia do mar vai ser uma das apostas claras, bem como o apoio à ciência e à tecnologia.

Manter a taxa de desemprego que os Açores apresentam e monitorizar o mercado de trabalho de jovens licenciados constituem ainda outras das metas a atingir. Procedendo ao balanço de dois dias de auscultações César considerou que “há, sobretudo ao nível dos parceiros sociais, uma consciência muito próxima daquilo que hoje é uma emergência e que é a necessidade de defender o desenvolvimento económico, na perspectiva da sua sustentabilidade”.

Liberato Fernandes, da Federação de Pescas dos Açores, defendeu junto do presidente do Governo um pacote de medidas que combatam a crise que afecta o sector, que afirmou ser maior nas pescas do que nos restantes sectores de actividade. Jorge Rita, da Federação Agrícola dos Açores, preconizou que o nível de investimento no sector em 2011 nunca poderá ser inferior ao actual.

Já Sandro Paim, da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, defende mais despesa de investimento e apoio às exportações. Defendeu a prorrogação de das actuais linhas de apoio ao tecido empresarial e o surgimento de novas e insistiu na necessidade de manter o ‘timing’ (último trimestre de 2010) para a realização de uma campanha que combata a sazonalidade do turismo açoriano.

Na quarta-feira, Francisco Pimentel, da UGT Açores, destacou a importância de reforçar “a inspecção regional do trabalho”. Graça Silva, da CGTP, sublinhou a importância “da melhoria das qualificações e competências dos açorianos”, através da “adopção de políticas que levem à aposta na educação, na formação e na qualificação dos trabalhadores”.

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