Economia

Conselho de Ilha da Terceira defende entrada de cargas pelo porto da Praia

  • 2 de Junho de 2010
  • 224 Visualizações, Última Leitura a 19 Outubro 2017 às 02:34
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O Conselho de Ilha considera que o porto da Praia da Vitória deve ser uma das entradas de cargas marítimas e reconhece a importância do Cais de Cruzeiros.

O reconhecimento de que o porto da Praia da Vitória é o único com capacidade natural de crescimento e que, por isso, deve ser um dos portos para entrada de cargas marítimas, foi uma das principais conclusões do Conselho de Ilha da Terceira que decorreu no passado dia 28 de maio na Praia da Vitória.

Neste sentido, o Conselho considerou ainda “urgente um estudo sobre a plataforma logística na Praia da Vitória, no sentido de se verificar se vai contribuir para reduzir os custos e aumentar a frequência de mercadorias para as outras ilhas”.

Ao mesmo tempo, reconheceu-se que o Cais de Cruzeiros em Angra do Heroísmo “para além de decorrer de uma decisão política legítima, adapta-se bem ao objetivo pretendido, já que a maior e mais expressiva malha urbana da ilha se situa, de facto, em Angra do Heroísmo”.

No entanto, no que diz respeito a esta infraestrutura portuária, continuam a ser aguardadas, “com alguma expectativa”, o estudo sobre a sua viabilidade.


Competitividade

Na ordem do dia estiveram ainda as questões ligadas à competitividade das empresas na ilha Terceira e a análise da política local de emprego.

Entre os principais fatores que condicionam a competitividade das empresas açorianas, os conselheiros assinalam o preço elevado da energia e o fraco recurso às energias renováveis, tendo sido, inclusivamente, referenciados os atrasos na geotermia.

Por outro lado, foi apontado o mercado exíguo, considerando que “a ilha precisava de mais gente”, e a escassez de recursos, isto é, de matérias primas, o que “condiciona o nosso processo produtivo industrial”.

Ainda neste sentido, o Conselho de Ilha da Terceira apontou como condicionantes a política de transporte, a rigidez da legislação laboral e “pouco combate à economia paralela”; a fraca cultura de trabalho e a inexistência de uma escala de negócios; o crédito escasso e tendencialmente mais caro; e a deficitária qualidade de gestão de algumas empresas.

Na mesma reunião, o Conselho manifestou-se contra a atual política da SATA no que respeita aos diferentes critérios utilizados no tarifário aplicado à bagagem.

Assim, os conselheiros consideram que as diferenças no tarifário praticadas pela SATA internacional e pela SATA regional prejudicam os emigrantes.

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