Economia

A SATA poderá associar-se à TACV para delinear uma estratégia comum destinada aos mercados onde ambas as transportadoras estão implantadas.

  • 9 de Abril de 2008
  • 318 Visualizações, Última Leitura a 23 Agosto 2017 às 00:32
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A Sata poderá entrar no capital social dos transportes aéreos de Cabo Verde (TACV), caso a empresa seja privatizada. De acordo com o secretário regional da economia, Duarte Ponte, o interesse da Sata pela transportadora área de Cabo Verde deve-se ao facto de ambas as companhias aéreas puderam aumentar a sua capacidade de operação nos destinos comuns. “Existe na Nova Inglaterra uma grande comunidade oriunda de Cabo Verde, como aconteceu com os açores”, referiu. Segundo Duarte Ponte, a ligação entre a Sata e a TACV pode ser concretizada através da aquisição de capital social da transportadora de Cabo Verde ou através de acordos de cooperação comercial em regime de “code-shere”.“Há muitas semelhanças entre os dois arquipélagos que também justificam uma ligação a este nível”, adiantou. A transportadora de Cabo Verde efectua as ligações para sete das nove ilhas habitadas com dois aviões ATR 72-500.a operação internacional data CV abrange linhas regulares para Lisboa, Las Palmas, Paris, Roma, Bérgamo, Milão, Veneza, Munique, Amesterdão, Boston e fortaleza, no Brasil. a frota de longo curso é composta por dois aviõesboeing757-200er com capacidade de 200 passageiros. MAIS PRÓXIMOS entretanto, o presidente do Governo regional, Carlos César, disse segunda-feira à noite que os açores e Cabo Verde “estão destinados a não se ignorarem” e que os respectivos governos estão satisfeitos por isso. Carlos César falava no jantar que em sua honra que foi oferecido por José Maria das Neves, primeiro-ministro cabo-verdiano, a convite de quem o governante açoriano está a efectuar uma visita oficial de uma semana. Confessando-se “muito encorajado pela forma fraterna e interessada” como o governo de Cabo Verde tem estimulado uma relação “mais próxima e produtiva” com os açores, Carlos César afirmou saber que se deve insistir “em estreitar essa relação, congregando vontades e interesses mútuos que confiram uma expressão mais concreta à herança histórica moldada no espaço da lusofonia”.“quer Cabo Verde, quer os açores, atravessam fases pujantes no seu desenvolvimento económico e social, comungam valores de democracia e de estabilidade, desejam partilhar com outras regiões e outros países experiências e projectos frutuosos, são arquipélagos distanciados dos centros com maior dinâmica económica, gerem sobrecustos internos de dispersão territorial, têm dimensão e população com valores relativos aproximados, falam a mesma língua, repartem-se pelo espaço das 28 ilhas da Macaronésia, e até se encontram, em comunidades irmãs, em alguns lugares do mundo, como em Massachusetts, através dos seus concidadãos emigrados”, acrescentou Carlos César. O primeiro-ministro cabo-verdiano, que se fazia acompanhar de dez membros do seu Governo, disse mesmo que “há um mar de razões para cooperarmos” e um conjunto de áreas a explorar, como os transportes, as pescas, a banca e seguros, o turismo e outras no domínio económico empresarial. Iniciativa da autarquia Câmara de Angra apoia clubes com 352 mil euros a Câmara Municipal de angra do Heroísmo concedeu este ano 352 mil euros aos clubes e atletas do concelho para apoio às suas actividades desportivas. Os apoios financeiros anuais atribuídos destinam-se ao fomento da prática desportiva dos clubes, a premiar os atletas que se destacam nas modalidades individuais e despesas com o funcionamento e manutenção dos recintos. Falando na cerimónia de assinatura dos protocolos com os clubes do concelho, o presidente da Câmara Municipal de angra do Heroísmo, José Pedro Cardoso, referiu que o montante atribuído pela autarquia significa um “enorme esforço financeiro do município”. José Pedro Cardoso referiu que os apoios destinam-se a premiar “a generosa entrega e a desprendida dedicação de largas centenas de atletas, de técnicos e de dirigentes que de alma e coração dedicam o melhor do seu tempo à nobre causa do desporto”. De acordo com o autarca, o apoio, à semelhança de anos anteriores, visa “dinamizar a formação e a qualificação duma vasta plêiade de atletas” e inserem-se igualmente “numa política de apoio à manutenção e ao melhoramento dos recintos desportivos.”“Todos e juntos, temos que dignificar as camisolas que defendemos, que atingir os objectivos a que nos propusemos, mas sem denegrir os nossos mais directos adversários. Caso contrário, perde o concelho, a ilha, a região e o País”, disse o autarca. DIFICULDADES De acordo com o presidente da edilidade angrense os apoios concedidos surgem numa altura em que alguns clubes do concelho atravessa dificuldades de ordem financeira e não só. “O actual cenário desportivo no Concelho dá sinais de alguma preocupação”, afirmou o autarca. Segundo José Pedro Cardoso, “todos e juntos, temos que dignificar as camisolas que defendemos, que atingir os objectivos a que nos pro-pusemos, mas sem denegrir os nossos mais directos adversários. Caso contrário, perde o concelho, a ilha, a região e o país”.

 

 

 

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