Economia

Açores continuam a ser a região do país onde a taxa de criação de empresas é mais alta

  • 13 de Junho de 2019
  • 46 Visualizações, Última Leitura a 24 Agosto 2019 às 01:04
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O Diretor Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade afirmou hoje, no Pico, que o investimento privado nos Açores "continua com uma dinâmica de crescimento muito positiva", o que tem permitido a criação de "muitas novas empresas e uma renovação muito importante do tecido empresarial regional”.

Ricardo Medeiros, que falava durante uma visita à empresa Luís Carlos – Atividades Turísticas, salientou que o tecido empresarial açoriano continua a crescer de forma sustentada, conforme indicam os valores publicados pelo Barómetro Informa D&B relativos ao acumulado até abril de 2019.

Estes dados são publicados mensalmente e pretendem monitorizar os fenómenos mais relevantes do tecido empresarial português, apresentando também uma visão setorial e distrital.

“Continuamos a ter, nos Açores, o maior rácio de constituição de empresas do país, ou seja, 2,9 entre maio de 2018 e abril de 2019”, frisou Ricardo Medeiros, acrescentando que, "por cada empresa que encerra, há quase três novas empresas que iniciam a sua atividade nos Açores”.

“Analisando os valores publicados, podemos concluir que este rácio a nível nacional é de 2,5 e na Região Autónoma da Madeira é de apenas 2,0, o que vem confirmar que a nossa economia continua com uma dinâmica superior à nacional”, afirmou.

Nos Açores, segundo o mesmo estudo, foram criadas 504 empresas no período entre maio de 2018 e abril de 2019, tendo encerrado apenas 175 empresas.

Por distritos, e para o mesmo período, Angra do Heroísmo continua a apresentar uma tendência de crescimento que se tem vindo a mostrar como a maior do país, registando um rácio de 3,7 empresas criadas versus encerramentos.

Em Ponta Delgada, este rácio foi de 2,7 e na Horta de 2,6.

Para o Diretor Regional, estes dados confirmam a importante capacidade de atração de investimento e de empresas dos Açores, sendo resultado do trabalho que tem vindo a ser efetuado, não só em termos de incentivos, mas também para oferecer todas as condições para atrair investimentos e para o surgimento de novos negócios que permitam aumentar o produto interno açoriano e, consequentemente, contribuir para um maior desenvolvimento.


Fonte: GaCS/DRAIC

 

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