Economia

Novo Mercado de Angra estruturado em três pisos

  • 16 de Março de 2010
  • 214 Visualizações, Última Leitura a 23 Agosto 2017 às 00:33
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O novo Mercado Duque de Bragança vai assentar numa edificação com três pisos, o primeiro dedicado a parque de estacionamento e zona de cargas e descargas.

Os produtos locais serão uma aposta da autarquia que definiu a existência de 42 espaços comerciais no futuro espaço.
O futuro Mercado Duque de Bragança vai possuir uma estrutura de três pisos com capacidade para 42 espaços comerciais.

A Câmara Municipal de Angra divulgou ontem ter iniciado a consulta junto de empresas projectistas para a reestruturação do espaço, após ter reunido com os comerciantes para apresentação da proposta de renovação do mercado.

O projecto prevê profundas alterações na actual infra-estrutura: “uma obra de raiz no espaço do actual mercado sem recurso a escavações, mantendo a cércea e respeitando o perfil da Rua do Rego”, refere nota informativa enviada às redacções.

Assim, o piso 0, situado ao nível da Rua Duque de Bragança, onde actualmente se concentra a principal actividade do mercado, será destinado a um estacionamento coberto exclusivo dos utentes e comerciantes do mesmo.

A capacidade do parque de estacionamento ainda não está definida, aguardando pelo levantamento topográfico da zona.

Ao nível da Rua do Rego, o piso 1 alojará a maioria dos espaços comerciais, surgindo ainda um piso 2 onde “se pretende construir uma galeria ficarão localizados um restaurante, duas lojas de produtos tradicionais, três oficinas de artes tradicionais, escritório, refeitório, vestiário e instalações sanitárias”, informa a edilidade.
 
Queijaria, padaria e produtos locais

Em declarações ao jornal “a União”, a presidente da autarquia angrense, Andreia Cardoso referiu que a intervenção “concilia” a necessidade de um parque de estacionamento para o mercado e o aproveitamento de duas cotas territoriais onde o mesmo se desenvolve.
A vocação do mercado será mantida, referiu a autarca, com os produtos hortícolas, frutícola, além de talhos, peixarias, café/pastelaria e florista.

As novidades vão para a aposta “em produtos tipicamente locais”, como é caso de uma queijaria, a par de uma padaria.

No novo desenho do mercado, o espaço para as bancadas será “ligeiramente superior”, pormenorizou a edil.

Quanto ao estilo arquitectónico a ser adoptado, Andreia Cardoso referiu não ter sido dada por parte da Câmara qualquer indicação ou condicionamento ao projectista, aguardando a mesma pelos projectos que surgirão.

Sem adiantar verbas, o empreendimento “já contemplado no plano de investimentos” da autarquia, salvaguardou a responsável, deverá iniciar obras após o verão do próximo ano.

O projecto base para a construção do novo mercado municipal deverá estar concluído no terceiro trimestre deste ano.

Segundo explicou Andreia Cardoso, trata-se de um investimento possibilitado pelo acesso aos fundos do “Proconvergência” por parte da autarquia para instalar um centro de distribuição de produtos regionais.

Assim, a comparticipação da edilidade no investimento será de 15 por cento, estando os restantes 85 por cento a cargo de verbas comunitárias.

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