Economia

Foram concretizados negócios durante o SISAB

  • 28 de Fevereiro de 2019
  • 61 Visualizações, Última Leitura a 23 Maio 2019 às 15:39
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A edição de 2019 da participação das empresas açorianas no Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas (SISAB) ficou marcada pela concretização de negócios durante os três dias do evento em Lisboa.

Apesar de ser uma feira de negócios, a maioria dos contratos apenas é fechado um a dois anos após o primeiro contacto entre os empresários.

Por regra, existe um primeiro contacto com o produto no SISAB.

São enviadas amostras e fichas técnicas para o país interessado e, na eventualidade do interesse se concretizar, começam a ser discutidas condições de pagamento e transporte da mercadoria.

No SISAB, este ano, curiosamente houve compradores que optaram por fechar negócio no local junto de empresas produtoras de queijos, produtores de vinhos e licores.

No total as 31 empresas açorianas representadas no SISAB foram contactadas por compradores que trabalham com 20 países.

Marisa Toste, vogal do conselho de administração da SDEA (Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores), considera que apenas pode ser apresentado “um balanço final positivo” para as empresas regionais, porque foram “concretizados negócios durante a feira”.

“Foi com muito orgulho e satisfação que soubemos que foram fechados negócios no SISAB. Também sabemos que foram estabelecidos contactos com empresários provenientes de cerca de 20 países”, revelou Marisa Toste.

Os principais importadores pertencem ao mercado da saudade que esteve representado pelo empresário António Belas e Mark Benevides, juntamente com Alexandrinho, do Grupo Seabra.

A responsável da SDEA destaca que houve uma grande procura dos produtos açorianos ao longo de três na feira em Lisboa.

A presença regular das empresas açorianas no SISAB permite “fortalecer as relações comerciais”, mas também permite alargar os negócios para “novos mercados”.

Para se conquistarem novos rotas de comércio, é necessário apostar numa imagem mais moderna das empresas e garantir um conhecimento alargado das exigências legais.

“Notamos que as empresas açorianas evoluíram muito, em termos de imagem, mas também em organização. Estão mais focadas em trabalhar o mercado que pretendem trabalhar. É fundamental conhecerem a legislação daquele mercado específico. Trata-se de uma capacitação empresarial que é fundamental no setor da exportação”, assinalou.

Marisa Toste destaca que a medida “Export Açores” vai reforçar a capacidade das empresas açorianas procurarem vender os produtos para o estrangeiro. “É importante conhecer muito bem os mercados com quem trabalhamos.

Por exemplo, no Canadá, que é um mercado importante para os Açores é preciso conhecer a legislação, em função dos produtos, que queremos exportar”, referiu.

Devido aos resultados obtidos nesta feira existe o interesse de continuar a marcar presença na próxima edição, mas a decisão compete ao Governo Regional dos Açores.

Durante a próxima semana está prevista a realização de uma conferência de imprensa, com Sérgio Ávila, vice-presidente do executivo regional, para anunciar o plano de feiras regionais, nacionais e internacionais em que a Região vai apostar para promover as suas empresas.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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