Economia

Presidente do governo pede que setor do leite e laticínios se entenda

  • 7 de Fevereiro de 2019
  • 34 Visualizações, Última Leitura a 19 Abril 2019 às 06:24
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O Presidente do Governo Regional afirma ser inevitável o entendimento entre a produção, transformação e comercialização no setor do leite e laticínios no arquipélago face aos desafios do futuro.

Para Vasco Cordeiro, que falava ontem no Conselho Regional da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, que reuniu na ilha Graciosa, seria um erro crasso de estratégia se “qualquer uma destas parcelas, por um momento que fosse, alimentasse a esperança de triunfar, salvando-se a si e deixando cair os outros”.

Na verdade, como fez questão de enfatizar, “estas três componentes, mas não só, estão condenadas a entenderem-se, a cooperarem e a colaborarem” entre si perante os desafios que se colocam ao setor.

Citado numa nota do GaCS, o chefe do executivo açoriano disse ser “essencial que cada um compreenda os constrangimentos do outro e que faça o máximo do seu esforço quanto à capacidade de poder fortalecer este setor”.

A propósito, deixou o recado: “o Governo não se coloca de parte, nem à margem deste processo, e recorrerá, naturalmente, aos instrumentos que tem ao seu dispor, que têm a ver com a orientação de investimento público que privilegia uma ou outra parte”.

Na sua ótica, a questão tem a ver com a forma como os investimentos públicos num determinado setor são rentabilizados, utilizados e mobilizados.

Perante os conselheiros dos vários setores da agricultura regional, Vasco Cordeiro recordou que o Governo Regional tem sido crítico em relação às propostas da Comissão Europeia, quer ao nível dos montantes financeiros, quer no que se refere à centralização prevista dos programas em Bruxelas, em detrimento das regiões.

No que se refere ao Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia para o período 2021-2027, o governante entende que a perspetiva de aumentar a taxa de comparticipação das Regiões de 15 para 30 por cento é uma proposta sem justificação, uma duplicação do esforço das entidades regionais que teria consequências quanto à capacidade de execução e de concretização destes programas.

“Este é um aspeto no qual estamos centrados, temos desenvolvido ação a nível europeu e, até uma decisão global sobre esta matéria, temos de continuar a pressão”, referiu, alertando para os riscos que podem resultar da aprovação do próximo quadro financeiro após as próximas eleições para o Parlamento Europeu.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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