Economia

Terceira Tech Island já é uma referência nacional e um pilar estruturante do desenvolvimento da ilha e dos Açores

  • 7 de Novembro de 2018
  • 11 Visualizações, Última Leitura a 16 Novembro 2018 às 11:51
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O Vice-Presidente do Governo afirmou, na Praia da Vitória, que o ‘Terceira Tech Island’ é um "projeto referência no contexto nacional”, destacando que esta iniciativa do Governo dos Açores é “um dos principais centros de criação de emprego e de riqueza” na Região.

“É e será, sem dúvida, um pilar fundamental e estruturante do desenvolvimento da Terceira e dos Açores”, disse Sérgio Ávila, que acompanhou o Presidente do Governo, Vasco Cordeiro, numa visita às empresas que já estão instaladas no âmbito deste projeto.
De acordo com o Vice-Presidente, a procura do ‘Terceira Tech Island’ por parte das empresas nacionais e internacionais “tem superado em muito as expetativas".

“Como tiveram oportunidade de ver, estamos aqui a trabalhar para mundo. Passamos por várias empresas que desenvolvem trabalhos à escala mundial e que inclusivamente já ganharam prémios internacionais pela qualidade da programação”, evidenciou Sérgio Ávila, em declarações aos jornalistas no final da visita.

Considerando que se trata de um projeto de “enorme sucesso”, demonstrado pelas empresas instaladas e pela qualidade dos programadores, o governante reafirmou a necessidade de se antecipar o planeamento inicial, relativamente à formação.

“Temos que duplicar e triplicar as próximas formações, tendo em conta as empresas que se pretendem instalar na ilha e o facto de as empresas que já estão instaladas quererem reforçar os seus quadros de pessoal”, frisou.

“Estes alunos que vão acabar o curso daqui a um mês e meio já foram todos contactados por, pelo menos, três empresas”, adiantou o titular da pasta do Emprego e da Competitividade Empresarial, salientando que a procura de programadores pelas empresas “é superior aos que conseguimos formar”.

Para além de evidenciar a taxa de empregabilidade muito elevada, Sérgio Ávila referiu que agora o maior desafio “não é captar empresas, mas sim conseguir formar programadores para corresponder à procura que felizmente existe”.

Nesse sentido, o governante lançou um desafio aos Açorianos para aderirem à programação, uma carreira que considerou ser garantia de “emprego estável, muito bem remunerado e com imenso futuro”.

O Governo dos Açores calcula que até ao final de 2019 sejam criados cerca de 220 postos de trabalho diretos e que, no final de 2020, esse número chegue próximo dos 400, no âmbito do projeto ‘Terceira Tech Island’.


Fonte: GaCS

 

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