Economia

Marta Guerreiro defende aposta na “promoção e divulgação” das Cidades Património Mundial do projeto MAC CITY 2020 através das “particularidades” que as tornam “autênticas"

  • 27 de Julho de 2018
  • 86 Visualizações, Última Leitura a 26 Agosto 2019 às 06:56
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A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo defendeu, esta tarde, que as cinco cidades de Património da Humanidade da Macaronésia devem apostar na “promoção e divulgação mais profunda” desta rede Euro-Africana, com “particularidades que a tornam tão autêntica”.

Marta Guerreiro falava, em Angra do Heroísmo, na sessão de encerramento do 2º Seminário Anual do Projeto Interreg MAC CITY 2020 sobre Turismo Cultural nas Cidades Património Mundial, incluindo não só a cidade de Angra do Heroísmo, bem como a cidade de Ribeira Grande de Santiago (Cabo Verde), San Cristóbal de La Laguna (Canárias), Saint-Louis e Île de Gorée (ambas do Senegal).

A governante reforçou a importância do seminário por permitir a “partilha e a discussão de informação sobre um futuro que se pretende sempre, e cada vez mais, baseado num desenvolvimento sustentável”, destacando que, neste caso em concreto, o mesmo se debruça sobre cidades de património mundial da UNESCO, numa data em que se celebra o ano do património cultural.

“Falar em cultura e tradições, hoje, ganha ainda maior importância por nos encontrarmos em Angra do Heroísmo”, referiu a titular da pasta do turismo, evidenciando a ilha Terceira “pela capacidade de captar o segmento do turismo cultural nos Açores, já que um dos seus produtos turísticos primários é o Touring Cultural e Paisagístico, bem espelhado no nosso Plano Estratégico e de Marketing do Turismo, pela sua riqueza inigualável tem termos culturais”.

A Secretária Regional lembrou que durante este ano, está a ser desenvolvido um trabalho “para implementar as Rotas da Baleia e do Vinho, seguindo-se, em 2019, as Rotas do Espírito Santo, dos Vulcões e do Património da UNESCO”, garantindo que esta medida “espelha o empenho do executivo em potenciar o património cultural dos Açores existente, não só nesta ilha, e nesta cidade, de uma forma muito particular, como em todas as outras”.

Na sua intervenção, Marta Guerreiro salientou “alguns dados relevantes deste setor, em concreto na ilha Terceira, onde 2018 se evidencia por ser, novamente, um ano recorde para a Hotelaria Tradicional da em termos de hóspedes, dormidas, receitas totais, REVPAR, receita média por noite e, de forma muito impactante para a população da ilha Terceira, em número de pessoas empregadas”.

“Nunca se registou um número tão elevado de pessoas empregadas na Hotelaria Tradicional desta ilha como em maio de 2018, possibilitando o crescimento de empregos e negócio em inúmeras outras áreas de atividade, o que evidencia um sinal muito positivo para a economia e população da ilha Terceira”, afirmou a governante.

A titular da pasta do turismo explicou, ainda, que “o combate à sazonalidade é um dos grandes desafios do setor do turismo nos Açores”, destacando que a taxa de sazonalidade nesta ilha, medida pelo peso das dormidas nos meses de junho a setembro no total de dormidas anual, “encontrava-se no ano de 2017 nos 49% - abaixo da média regional”.

“Acreditamos que este é um sinal de uma distribuição mais homogénea de fluxos turísticos ao longo de todo o ano e, portanto, melhores condições para estabilidade laboral”, frisou.

 

Fonte: GaCS

 

 

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