Economia

Tribunal de Contas deu visto prévio para obra de requalificação do Porto do Topo, em São Jorge

  • 25 de Julho de 2018
  • 81 Visualizações, Última Leitura a 22 Julho 2019 às 01:16
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O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje que o contrato da empreitada de requalificação do Porto do Topo, em São Jorge, recebeu o visto prévio por parte do Tribunal de Contas.

Gui Menezes salientou que se trata de “um passo importante para a concretização desta obra há muito desejada pelos Jorgenses”, acrescentando que a Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, através da Direção Regional das Pescas, está a preparar os procedimentos necessários para o arranque dos trabalhos, nomeadamente o contacto com o consórcio a quem foi adjudicada a empreitada, com vista à “elaboração do Desenvolvimento do Plano de Segurança e Saúde (DPSS), bem como os documentos para Comunicação Prévia e as autorizações da Autoridade Marítima Nacional, que tem competência no local”.

O Secretário Regional frisou que a obra foi adjudicada há três meses ao consórcio Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. e ETERMAR - Engenharia e Construção, S.A.  e corresponde a um investimento superior a seis milhões de euros, sendo que o prazo de execução previsto é de 24 meses.

A empreitada prevê a construção de um molhe-cais com cerca de 60 metros de comprimento, dispondo de uma frente acostável com cerca de 40 metros de comprimento, bem como a construção de uma ponte de acesso ao molhe-cais, de betão armado.

Será também efetuada a repavimentação do cais atual e a sua ampliação em cerca de 36,5 metros, estando prevista a construção de uma rampa varadouro, com 20 metros de comprimento e 7,5 metros de largura, e ainda um terrapleno com uma área de cerca de 1.200 m2, pavimentado com laje de betão.

Com esta intervenção no Porto do Topo, Gui Menezes referiu que o Governo dos Açores pretende dotar esta infraestrutura portuária de “condições de segurança e operacionalidade” para os seus utilizadores, conferindo um abrigo interior para estacionamento das embarcações em flutuação, o aumento da zona acostável para operações de carga e descarga de pessoas e bens.

“O terrapleno irá permitir que, em condições adversas do estado do mar, as embarcações possam estacionar em seco de forma segura”, afirmou o Secretário Regional.


Fonte: GaCS

 

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