Economia

Modelo de transporte marítimo precisa de revisão urgente

  • 22 de Maio de 2018
  • 87 Visualizações, Última Leitura a 21 Agosto 2019 às 07:04
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Câmara do Comércio e Indústria dos Açores diz que os custos e o não cumprimento de rotas e escalas previamente definidas tornam “imperativa” a alteração do modelo de transporte marítimo.

A Câmara do Comércio e Indústria dos Açores (CCIA) reitera a insatisfação com o atual modelo de transportes marítimos na Região, apelando à sua revisão urgente.

“A Assembleia-Geral entende reiterar a posição que a Câmara tem vindo a defender ao longo dos últimos anos, ou seja de que o atual modelo não serve adequadamente a economia regional, gerando uma insatisfação permanente das empresas utentes”, afirma a CCIA, em comunicado, destacando que os custos e o não cumprimento de rotas e escalas previamente definidas tornam “imperativa a sua alteração”.

A CCIA, recordando que se encontra em processo de auscultação um projeto de Resolução na Assembleia Legislativa Regional para a realização de um estudo que contemple alternativas ao atual modelo, frisou subscrever “a necessidade da sua realização, desde que o mesmo seja realizado por entidade idónea e independente, com pressupostos consensualizados”.

Por outro lado, defende que este estudo deve ser realizado de forma célere, “sendo imprescindível o seu acompanhamento por esta Câmara e envolvendo também os principais ‘players’, com interesse nesta matéria, nomeadamente os armadores”.

A Câmara do Comércio e Indústria dos Açores reuniu a 18 de maio, na Horta, onde aprovou o relatório de atividades e contas relativas a 2017 e analisou e refletiu sobre a situação socioeconómica regional, bem como sobre diversos assuntos de interesse para as empresas e para a economia regional em geral.

Assim, no mesmo comunicado, o organismo reafirma “a importância de aliviar a carga fiscal que impende sobre as empresas e as famílias”, reiterando que “continuará a pugnar pela concretização do denominado Pacote Fiscal, oportunamente apresentado no âmbito da Parceria CCIA/FAA/UGTA”.Sobre a formação profissional, a CCIA defende que é urgente alterar a estratégia pública que vem sendo seguida.

“É indispensável disponibilizar recursos financeiros adequados para a requalificação dos trabalhadores que já se encontram a trabalhar, bem como para a formação de base de novos profissionais”, concretiza, realçando: “a falta de profissionais, designadamente em algumas atividades do turismo é um facto preocupante, não se compreendendo o persistente elevado número dos designados ‘ocupacionais em entidades públicas’, que deveriam voltar ao mercado de trabalho, contribuindo para colmatar algumas lacunas existentes, após terem a devida formação”.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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