Economia

ACRA pede mercados digitais seguros para os consumidores

  • 15 de Março de 2018
  • 161 Visualizações, Última Leitura a 18 Agosto 2019 às 00:57
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Hoje que se celebra o dia Mundial dos Direitos dos Consumidores, a Associação dos Consumidores da Região dos Açores (ACRA), citando a Consumers International, vem pedir medidas que tornem "os mercados digitais mais justos acessíveis, acessíveis e seguros" para todos aqueles que recorrem ao comércio online.

Entendendo que o comércio eletrónico transformou os hábitos de consumo, a ACRA defende que "urge adotar medidas capazes de assegurar a proteção de todos os cidadãos" e alerta para a necessidade de "informações claras e facilmente acessíveis sobre produtos e direitos digitais dos consumidores".

Além disso, a associação diz ser igualmente importante "que se exija um consentimento expresso e claro do consumidor, com especial proteção para os menores", bem como "a aplicação do direito ao esquecimento previsto no Regulamento de Proteção de Dados Pessoais", que entrará em vigor a partir do dia 25 de maio.

Assim, e olhando a "medidas que vêm reforçar a confiança e a segurança dos consumidores", a ACRA saúda não só o facto de se ter visto garantido a aplicação do  Regulamento de Proteção de Dados Pessoais, como "o fim das barreiras injustificadas no comércio eletrónico dentro da União Europeia (UE)".

A instituição ressalva ainda alguns cuidados que os consumidores devem ter antes de procederem a compras.

"Verificar se a loja realmente existe, se tem nº de telefone e se alguém atende, se tem morada no site; pesquisar o nome da loja, de modo a perceber se alguém já teve problemas com a mesma" e "se o site do vendedor apresenta um cadeado ou um endereço 'https'" estão entre os exemplos dados no comunicado enviado a esta redação.

Ainda a esse mesmo respeito, a ACRA pede que os cidadãos cuidem de guardar "toda a informação relativa à transação, incluindo descrição do produto, condições de venda, preço, promoções, custos de transporte, seguros, e os email trocados"; que nunca enviem "por email informações financeiras" e que não esqueçam "que os contratos celebrados através de comercio eletrónico, dispõem de prazos de reflexão para que os consumidores possam desistir da compra e serem reembolsados do preço pago, sem apresentarem qualquer justificação".


Fonte: Açoriano Oriental

 

 

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