Economia

Carlos César elogia propostas da Câmara de Comércio de Angra para sair da crise

  • 19 de Fevereiro de 2010
  • 211 Visualizações, Última Leitura a 22 Novembro 2017 às 16:29
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O presidente do Governo Regional dos Açores elogiou a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) por ter respondido ao desafio de colaborar com propostas para a região sair da crise.

“As propostas da CCAH são simpáticas”, afirmou Carlos César, acrescentando que elas vão ser agora analisadas em reuniões técnicas e setoriais que permitirão colocá-las em prática.

Carlos César, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com a direção da CCAH, não especificou nenhuma das propostas, mas o presidente da câmara de comércio, Sandro Paim, salientou que foram apresentadas “propostas para a criação de 500 postos de trabalho na Terceira, na Graciosa e em S. Jorge”.

“Pretendemos que as pessoas que usufruem dos diversos apoios governamentais, subsídio de desemprego ou rendimento social de inserção sejam colocadas nas empresas por um período de seis meses”, afirmou.

Segundo Sandro Paim, no final desse período, será realizada “uma avaliação do desempenho dos trabalhadores”, que poderá culminar com a entrada no quadro das empresas.

Nesses casos, o presidente da CCAH defendeu que as empresas devem “beneficiar de isenção do pagamento à Segurança Social por um período a ser estudado”.

A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo propôs também a criação nos Açores de “um entreposto para as mercadorias transportadas entre a América e a Europa”.

Este entreposto deve apresentar vantagens nas taxas alfandegárias, permitindo que as mercadorias partam dos Açores para serem distribuídas na Europa e em África.

A criação de uma Escola de Negócios, para formação de empresários e gestores, foi outra das propostas apresentadas ao presidente do governo açoriano.

No final do encontro, depois de elogiar o contributo da CCAH, Carlos César afirmou o seu “otimismo na ultrapassagem muito rápida dos efeitos perversos da crise”.

“Apesar dos problemas, continuamos a ter a taxa de emprego em crescimento e o desemprego mais baixo do país”, frisou, acrescentando que, no arquipélago, “não encerraram, em média, tantas empresas como no resto do país”.

“A crise chegou à região mais tarde, mas queremos que vá embora mais cedo do que nos outros locais”, afirmou Carlos César.

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