Economia

Empreiteiros apelam a jovens para apostarem na construção

  • 22 de Janeiro de 2018
  • 190 Visualizações, Última Leitura a 24 Abril 2019 às 06:20
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A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas dos Açores (AICOPA) lançou um apelo para que os mais novos apostem neste setor e invistam na sua formação.

“As pessoas que olhem novamente para o setor, voltem a apostar na sua formação dentro das áreas da construção civil - estou a falar em engenharias, águas e esgotos, eletricistas, pavimentações e de toda a panóplia de profissões que temos no setor”, enfatiza o líder da AICOPA.

Pedro Marques reconhece que a construção civil tem atualmente falta de mão de obra e de pessoal qualificado, isto numa altura em que o setor dá sinais de retoma, alavancado, em larga medida, na reabilitação urbana que o desenvolvimento turístico tem ajudado a impulsionar.

O representante dos empreiteiros açorianos considera que não se consegue resolver este problema rapidamente, mas uma boa maneira de lidar com ele, na sua ótica, é promover a mobilização dos jovens: “temos que voltar a chamar os mais jovens a apostar na sua formação, temos que voltar a chamar aqueles que desinvestiram no nosso setor e estão noutros setores, temos que procurar ir buscar aqueles que saíram. Portanto, é um caminho longo, não conseguimos resolver isso no curto prazo”, esclareceu.

Sendo a falta de mão de obra um problema na construção civil nos Açores, Pedro Marques, todavia, não o dramatiza.

Diz mesmo que é um “bom” problema quando comparado com os anos de crise em que a atividade já esteve mergulhada. Uma das consequências desse período conturbado é que se perdeu conhecimento.

“Perdeu-se alguma mão de obra muito qualificada, isso implica rendimentos também, a capacidade de se fazer bem e mais rápido”, frisou.

Apesar das necessidades, a Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas dos Açores tem esperança na sua resolução, até porque também sabe que “a natureza ensina-nos que sempre que há um desequilíbrio, as coisas tendem para o equilíbrio (...)”. A questão é que “levará um bocadinho mais de tempo porque agora estamos a reconstruir o setor”.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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