Economia

300 mil automóveis em 2020

  • 16 de Janeiro de 2018
  • 148 Visualizações, Última Leitura a 20 Outubro 2018 às 17:10
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O número de automóveis produzidos em Portugal deverá atingir em 2020 as 300 mil unidades, segundo um estudo da consultora Deloitte para a Mobinov – Associação do Cluster Automóvel ontem apresentado em Leiria.

“O caminho até 2020 será marcado por uma aceleração na produção de veículos automóveis em Portugal, sendo que a perspetiva é que os construtores mais do que dupliquem o número de unidades produzidas anualmente”, revela o estudo, no âmbito da conferência Mobinov, sobre a relevância e tendências de futuro da indústria automóvel, à qual assistiram o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

Segundo o documento, denominado “Estudo do Cluster da Indústria Automóvel em Portugal”, se se confirmarem estas projeções o crescimento do emprego neste setor vai ser de 11% e as exportações vão aumentar 33% até 2020.

Segundo dados da ACAP - Associação Automóvel de Portugal, divulgados na passada quinta-feira, a produção automóvel em Portugal aumentou 22,7% em 2017 face ao ano anterior, para um total de 175.544 veículos, interrompendo a tendência de queda dos dois anos anteriores.

O estudo, que caracteriza a situação atual da indústria automóvel, classificada como “estratégica”, perspetiva também o seu futuro, como as principais tendências dos mercados ou os novos conceitos de mobilidade.

Nesse sentido, indica que os eixos de desenvolvimento estratégico devem passar pela adaptação às tendências do setor, subida na cadeia de valor, maior penetração no mercado externo e captação de investimento estrangeiro.

O estudo aponta como ações a desenvolver a adequação do novo quadro de fundos estruturais 2020-2027 “às reais necessidades do ‘cluster’”, sendo que ao nível do financiamento privado preconiza uma “melhor perceção do risco e adequação ao ciclo de retornos da indústria automóvel”.

Em matéria de ensino, considera-se relevante o seu direcionamento às necessidades desta indústria, a requalificação dos recursos humanos ou a redução dos custos de contexto.

A cooperação entre empresas, o relacionamento entre investigação e negócio e a diplomacia económica são outros dos aspetos defendidos no âmbito das ações a concretizar.


Fonte: Lusa

 

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