Economia

Formação profissional tem de responder ao mercado

  • 9 de Dezembro de 2017
  • 192 Visualizações, Última Leitura a 18 Outubro 2019 às 07:17
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O desafio que se coloca à formação profissional nos Açores é qualificar e requalificar recursos humanos ao “ritmo necessário” para dar resposta às novas necessidades do mercado de trabalho e às intenções de investimento privado interno e externo nos Açores.

A posição foi expressa pelo Vice-Presidente do Governo Regional quando falava na sessão de encerramento do XXI Campeonato Regional das Profissões - Azores Skills”, que decorreu na Praia da Vitória, ilha Terceira.

Citado numa nota do gabinete de imprensa do Governo Regional (GACS), Sérgio Ávila alertou que “o ritmo de formação tem que se ajustar à procura do mercado e não é o mercado que se ajusta ao ritmo da formação”.

Por essa razão, deixou claro que a Região tem, “cada vez mais, que ter a capacidade de ter respostas mais flexíveis, mais rápidas, de acordo com aquilo que o mercado procura”.

“Temos vindo a encontrar e a captar nos Açores bastantes investimentos em áreas que requerem recursos humanos com qualificação específica e a resposta que temos que dar a todos – escolas profissionais, entidades públicas - é só uma: se não temos, formamos! E formamos no tempo necessário”, reforçou.

Para Sérgio Ávila - adianta a mesma fonte - de um défice de existência de procura em muitas áreas, atualmente verifica-se a situação inversa, designadamente nas áreas das tecnologias da informação, das especialidades industriais ou da construção, entre outras.

O responsável pela pasta do Emprego, Qualificação Profissional e Competitividade Empresarial - que sublinhou que, dos 14 açorianos que venceram as provas regionais, metade foram campeões nacionais - referiu como mais-valia a qualidade da formação profissional nos Açores, evidenciada tanto pelas distinções recebidas, como pelos elevados níveis de empregabilidade.

“Em termos de formação, em termos de qualidade profissional, não só se apuram aqui [nos campeonatos regionais] os melhores da Região, como se apuram, normalmente, os melhores do país”, reiterou, indicando o exemplo do último campeonato nacional.

Segundo refere o GACS, nos campeonatos nacionais, os Açores têm sido, desde 2004, a região do país com a maior percentagem de medalhas relativamente ao número de concorrentes.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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