Economia

Ryanair lança voos da Europa para os Açores

  • 8 de Novembro de 2017
  • 20 Visualizações, Última Leitura a 19 Novembro 2017 às 02:59
    • *
    • *
    • *
    • *
    • *

A companhia aérea de baixo custo Ryanair anunciou que, a partir de janeiro de 2018, os clientes da Ryanair vão passar a poder marcar voos para Ponta Delgada e Terceira a partir de Barcelona, Bolonha, Bruxelas, Dortmund, Dusseldorf ou Milão com uma única passagem aérea.

“É com todo o gosto que a Ryanair estende o seu serviço de voos com conexão ao aeroporto do Porto já a partir de 3 de janeiro de 2018, permitindo aos nossos clientes a reserva de voos com conexão aos preços mais baixos numa das nossas quatro populares bases portuguesas”, afirmou o responsável pelo ‘marketing’ da companhia aérea, Kenny Jacobs, segundo nota da empresa.

Para que esta revelação se torne uma realidade a companhia aérea anunciou que o aeroporto do Porto se tornará em 2018 a terceira infraestrutura a garantir conexão de voos, depois das infraestruturas de Roma Fiumicino e Milão Bérgamo, em Itália.

Citado pelo jornal Observador, Kenny Jacobs destacou ainda que há “uma grande procura a partir da Europa” com destino aos Açores e que o aeroporto do Porto é a melhor opção para oferecer viagens a partir de vários destinos europeus para as ilhas portuguesas.

Para tal o Porto garantirá conexões a 20 destinos, num processo em que, apesar das escalas, o passageiro só irá receber a bagagem no destino final.

“Começando, numa fase inicial, com 20 rotas, os nossos passageiros poderão efetuar a passagem entre voos sem necessidade de sair do ‘airside’, tendo as suas malas com ‘check-in’ efetuado na origem e recolha apenas no aeroporto de destino final”, acrescentou, exemplificando: “Posso fazer ‘check-in’ das minhas malas em Milão e só as recolher em Ponta Delgada ou na Terceira”.

Estes voos de ligação fazem parte da “ambição” da companhia aérea de se tornar “a Amazon das viagens”, acrescentou ainda Kenny Jacobs ‘.O responsável pelo ‘marketing’ da companhia aérea, que realizou uma conferência de imprensa na Web Summit, em Lisboa, reafirmou ainda a necessidade de o aeroporto do Montijo estar a funcionar antes de 2020, a data apontada pelo Governo para que o local possa complementar a operação de Lisboa.

O dirigente argumentou ainda que o Montijo deva ser um “aeroporto independente” e que Lisboa continue a receber companhias ‘low cost’ (baixo custo), de forma a aumentar a concorrência.Kenny Jacobs referiu que para a área da capital portuguesa quer repetir as experiências vividas em Milão, onde há três aeroportos, e em Bruxelas, que conta com duas infraestruturas aeroportuárias.

“Há concorrência mais aberta, mais companhias, mais empresários e mais turistas”, concluiu o responsável.Às questões sobre eventuais problemas com os pilotos, que obrigaram ao cancelamento de viagens, o dirigente reafirmou que foi um erro da companhia e que não se deveu a conflitos com os profissionais.


Fonte: Lusa / Açoriano Oriental

 

Comentários

Deixar Comentário

Quantos são Oito mais Um? O que é isto?

Pesquisar

Conhecer Todos
Conhecer Todos