Economia

Centro de Segurança nas Lajes já tem apoios na NATO

  • 27 de Outubro de 2017
  • 40 Visualizações, Última Leitura a 19 Novembro 2017 às 03:05
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O segundo dia da visita do Presidente da República aos Açores, na ilha Terceira, foi marcado, no período da manhã, pela revelação do Ministro da Defesa de que diversos países da NATO já foram ouvidos sobre a possibilidade de criação do Centro de Segurança Atlântica na Base das Lajes, na ilha Terceira, e “vários manifestaram já interesse em princípio por esta iniciativa”.

O assunto deverá ser levado à próxima reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal – Estados Unidos da América, que se realiza em dezembro, ressalvando Azeredo Lopes que esta é uma iniciativa no domínio da Defesa que não depende da vontade dos EUA, embora este país a subscreva, facto que considera “muito importante”.

O Centro de Segurança Atlântica – como fez questão de esclarecer -, não dispensará o envolvimento do Governo Regional, que o apoia, como também não servirá para compensar qualquer falha relacionada com a Base das Lajes.

Azeredo Lopes é taxativo quanto ao futuro centro: ou será instalado nas Lajes ou, se não for essa a sua localização, não existirá, fazendo notar que este projeto pretende afirmar-se como “o primeiro centro de excelência da NATO em Portugal”.

“Estamos a finalizar o modelo e a definir o objeto mais interessante possível para este centro (...). Ou será aqui (na Base das Lajes) ou não será”, vincou ontem o ministro, após ter observado, ao lado de Marcelo Rebelo de Sousa, a realização de manobras militares a partir do Miradouro da Serra do Facho, sobranceiro à Praia da Vitória.

Na ótica do Ministro da Defesa, o Centro de Segurança Atlântica coloca uma “fasquia alta” ao “reforçar a dimensão transatlântica da segurança em que Portugal sempre foi um aliado confiável e seguro, não só dos Estados Unidos, como da organização NATO”, sendo que o objetivo daquela estrutura é incorporar “o maior número possível de países”.

“A verdade é que, muito mais do que criar por criar um Centro de Segurança Atlântica, o objetivo do governo é criar algo que seja relevante em termos NATO e relevante em termos de contributo nacional e internacionalizado para a segurança”, sublinhou.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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