Economia

Região está a promover um processo de auscultação para definir política de coesão após 2020.

  • 30 de Junho de 2017
  • 259 Visualizações, Última Leitura a 24 Agosto 2019 às 05:29
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O Governo Regional iniciou um processo de auscultação para a definição da política de coesão para o período após 2020, a qual deverá usar a condição de região ultraperiférica para garantir o sucesso das negociações com a Comissão Europeia.

“Há dois dados importantes na negociação com a Comissão Europeia. Em primeiro lugar podermos afirmar a nossa condição de Região ultraperiférica”, afirmou  o secretário regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas, Rui Bettencourt, explicando: “o conhecimento da Comissão Europeia e da União Europeia de que somos uma Região dispersa, longe dos centros decisores e económicos e com uma economia e mercados limitados leva a que tenhamos de ter alguma compensação para compensar a ultraperiferia”.

“O segundo dado é que gostaríamos de ter políticas de desenvolvimento regional inovadoras e que sejam convincentes junto da Comissão”, acrescentou.

Com este propósito, Rui Bettencourt revelou que a Região está a promover um processo de auscultação que visa “envolver, ouvir e ter em conta as opiniões da sociedade açoriana numa questão fundamental para o futuro dos Açores - a política de coesão após 2020, que se encontra neste momento e durante os próximos tempos a ser desenhada na União Europeia”.

Este processo será estruturado em três eixos. O primeiro, três conferências sobre política de coesão no pós 2020, dirigidas ao grande público: a 7 de julho sobre as questões regionais focando a situação do atual programa operacional Açores 2020; a 8 de setembro colocando Os Açores na Futura Política de Coesão Nacional e a 6 de novembro apresentando aos açorianos uma visão dos atores comunitários.

Em paralelo decorrerá um processo de auscultação dos açorianos com oficinas prospetivas com parceiros sociais, partidos políticos e sociedade civil organizada, as quais serão momentos de reflexão organizada para debater os fatores que importa ter em conta para o pós 2020 para os Açores.

O terceiro será a realização de uma análise prospetiva e estratégica global, com o objetivo da avaliação do impacto de cada um dos fatores encontrados nas fases anteriores.

Fonte: Açoriano Oriental

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