Economia

Hotelaria açoriana espera mais receitas em 2017

  • 17 de Dezembro de 2016
  • 305 Visualizações, Última Leitura a 23 Maio 2019 às 01:17
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Inquérito da Associação da Hotelaria de Portugal junto dos associados revela que hoteleiros são unânimes: receitas totais e de alojamento vão subir.

O inquérito  da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) mostra que os empresários açorianos estão otimistas, esperando melhores receitas totais e de alojamento, bem como melhores taxas de ocupação, no próximo ano.

O inquérito, realizado entre 8 e 20 de novembro deste ano a hotéis, apartamentos, pousadas, aldeamentos turísticos e outros,   permitiu à AHP concluir que a hotelaria nacional tem muito boas perspetivas em relação a 2017 e prevê uma melhor performance em todos os indicadores, nomeadamente a receita total e receita de alojamento (para mais de 91% dos inquiridos), receita de F&B, taxa de ocupação por quarto, preço médio por quarto ocupado e RevPar (Receita por Quarto Disponível).

No caso específico dos Açores, o otimismo é mais acentuado em relação às receitas totais e de alojamento, uma vez que os empresários foram unânimes em considerar que estas vão melhorar em 2017. Uma unanimidade que também se verificou na Madeira, com 100% dos inquiridos a responderem que são esperadas melhores receitas.

Os empresários açorianos são ainda, a par dos hoteleiros da Região Centro, os mais otimistas no que diz respeito à taxa de ocupação do quarto, uma vez que para 91% dos questionados será melhor, havendo apenas 9% das respostas a revelarem a expectativa de manter essa mesma taxa de ocupação. Percentagens que se verificaram também em relação ao preço médio por quarto ocupado, com 91% a esperar melhorar este indicador e 9% a manter.

Quanto à Receita por Quarto Disponível (RevPar), os açorianos são os mais pessimistas no todo nacional, pois apenas 73% dizem que será melhor, enquanto 18% espera manter e 9% piorar.

De acordo com o mesmo inquérito, para a hotelaria nacional, os melhores meses continuarão a ser agosto, setembro e julho e os piores serão janeiro, fevereiro e dezembro, tal como já verificado durante o corrente ano.

Os hoteleiros estão especialmente expectantes em relação à evolução dos mercados francês, espanhol e português e os principais mercados para a sua unidade hoteleira continuam a ser Portugal (19%), Espanha (16%) e França (15%).

Os hoteleiros portugueses estão também otimistas em relação às novas rotas aéreas, com foco nos voos para os Estados Unidos e China.

Quando questionados sobre os principais constrangimentos à sustentabilidade do negócio, as respostas recaem sobre os custos com água, gás, eletricidade, dependência dos operadores online e quadro fiscal/taxas turísticas.

E à pergunta sobre se irão encerrar no período de inverno, 84% respondeu que não e dos que responderam que sim, 57% irá encerrar entre 1 a 3 meses e 33% irá encerrar um mês, na maioria dos casos por causa de “obras/manutenção da unidade” (60%) e 27% para “descanso”.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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