Economia

EDA é a maior empresa e Rego, Costa & Tavares a melhor de 2015

  • 17 de Dezembro de 2016
  • 654 Visualizações, Última Leitura a 15 Outubro 2019 às 02:25
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Revista ‘100 Maiores Empresas dos Açores 2015’ volta a revelar muitas novidades, sobretudo entre as melhores empresas.

A Eletricidade dos Açores - EDA manteve-se em 2015 como a Maior Empresa dos Açores enquanto que a Rego, Costa & Tavares, do Grupo Ilha Verde, foi a Melhor Empresa do ano passado, repetindo a o título que já tinha obtido em 2013.

O ‘ranking’ empresarial dos Açores foi ontem revelado, como já é tradição há mais de 30 anos, pela revista ‘100 Maiores Empresas dos Açores 2015’, que teve a sua entrega de prémios numa cerimónia que decorreu no Hotel Marina Atlântico, em Ponta Delgada. A revista ‘100 Maiores Empresas dos Açores 2015’ será hoje distribuída com o jornal Açoriano Oriental.

E tal como no ano de 2014, o ‘Quadro de Honra’ das empresas açorianas (ver página 5) voltou a registar muitas alterações em 2015, sobretudo na lista das 10 melhores, que não está relacionada com a dimensão das empresas, mas sim o seu nível de gestão.

Na lista das melhores empresas foram seis as novidades e mesmo entre as quatro empresas ‘repetentes’, nenhuma manteve o lugar do ano de 2014. A Galp Açores tinha destronado em 2014 a Rego, Costa & Tavares do 1º lugar e em 2015 a empresa do Grupo Ilha Verde reconquistou o título de Melhor Empresa dos Açores.

As seis novidades do ‘ranking’ das 10 Melhores Empresas dos Açores foram de setores como os transportes, o comércio a retalho e a farmácia.

As entradas no ‘ranking’ das 10 Melhores Empresas de 2015 foram a Tabacaria Autonomista;  a Cimentaçor; a Mutualista; a Bentrans; a Oliveira Leitão & Pena (da ilha Terceira) e a Almeida & Azevedo (da ilha de São Jorge).

Destaque ainda nas 10 melhores empresas para uma das empresas mais ‘repetentes’ nesta lista, a Frutaria São Miguel, que subiu do 9º lugar de 2014 para o 2º lugar em 2015.

Ao contrário das melhores empresas dos Açores, o ‘ranking’ das 10 Maiores Empresas praticamente ‘cristalizou’ de 2014 para 2015, mantendo-se as cinco maiores empresas na mesma ordem do ano anterior, registando-se do 6º ao 10º lugar duas entradas e duas troças do posições.

A Unileite (6º) subiu um lugar em 2015 por troca com a Galp Açores (7º) e a Pronicol (da ilha Terceira) subiu também de 10º para 8º na lista das 10 Maiores Empresas de 2015 onde, curiosamente, a indústria dos laticínios teve uma excelente performance, num ano em que terminaram as quotas e os produtores muito se queixaram das sucessivas reduções do preço do leite.

As entradas no ‘ranking’ das 10 Maiores Empresas foram as da Cooperativa do Bom Pastor, para o 9º lugar e do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira para o 10º lugar.

No geral, o ranking das 100 Maiores Empresas tem registado desde os anos da crise pouca renovação, uma vez que numa economia ainda muito marcada por um alto desemprego e por fracos crescimentos, a tendência é para uma certa consolidação de posições, num mercado sem o dinamismo ideal.

As 100 Maiores Empresas dos Açores representam, no seu conjunto, cerca de 2.300 milhões de euros de volume de negócios, um valor que é bastante mais de metade do PIB da Região, revelando a sua importância no tecido social do arquipélago.

Quanto às habituais distinções atribuídas anualmente na cerimónia de entrega de prémios da revista ‘100 Maiores Empresas dos Açores”, o Gestor do Ano foi o presidente da Associação Agrícola de São Miguel, Jorge Rita, que na cerimónia salientou a importância de se distinguir a excelência nos Açores.

O prémio Carreira, que distingue um percurso empresarial de mérito foi entregue a José Franco, conhecido proprietário da loja de vestuário Riviera, já com mais de 50 anos de história e que na cerimónia se mostrou preocupado com crise que atinge o comércio tradicional.

O Melhor Projeto de Investimento de 2015 foi a criação na ilha do Pico da empresa da área dos vinhos ‘Azores Wine Company’, enquanto o Prémio de Empreendedorismo distinguiu os mentores deste projeto: António Maçanita; Filipe Rocha e Paulo Machado. Ao receber o prémio, este trio de empresários salientou a importância de se recuperar a produção de vinho nos Açores.


Fonte: Açoriano Oriental

 

 

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