Economia

MasterCard elege PME como prioridade para 2016

  • 13 de Janeiro de 2016
  • 300 Visualizações, Última Leitura a 18 Dezembro 2017 às 16:35
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Estudo da MasterCard pretende aferir o perfil de aceitação e utilização dos pagamentos electrónicos.
Mais de metade das microempresas portuguesas aceitam pagamentos electrónicos.

É uma das conclusões do “Barómetro Cartões Microempresas 2015”, um estudo divulgado ontem pela MasterCard que visou fazer uma radiografia àquilo que considera ser um importante segmento para os pagamentos electrónicos.

O objectivo da MasterCard passa assim por reforçar a aposta nesse segmento já em 2016.

“É uma área que nos interessa, porque boa parte do retalho está dentro desta categoria de empresas.

É importante perceber como funcionam quer com aceitantes quer como possíveis utilizadores destes meios de pagamento”, explicou Paulo Raposo, country manager da MasterCard em Portugal na apresentação das conclusões do estudo.

O inquérito realizado em parceria com a inmark, incidiu sobre uma amostra de 400 entrevistas de um universo de cerca de 300 mil PME e 60 mil empresários em nome individual.

A análise permitiu aferir que 53,7% das empresas de menor dimensão aceitam pagamentos electrónicos. As que não os aceitam estão sobretudo em sectores pouco propensos à cobrança por cartões bancários como professores, contabilistas, publicitários, médicos e veterinários, arquitectos e engenheiros, fotógrafos, tradutores e mediadores de seguros, segundo a Mastercard.

É com base neste tipo de informação que a MasterCard traçou o desenvolvimento de produtos para as PME como uma das áreas em que quer apostar ao longo deste ano.

Entre as principais lacunas que a MasterCard identifica no que respeita à utilização de meios de pagamento electrónicos figuram a falta de mecanismos de ‘reporting’ extensíveis às empresas mais pequenas, bem como lacunas ao nível dos cartões de débito e dos cartões pré-pagos.

Na aceitação, o objectivo passa pela generalização do ‘contactless’, já que apesar de 35% dos terminais das microempresas disporem da tecnologia apenas 11% a têm activada. “Falta formar as empresas e os comerciantes” justifica Paulo Raposo.


Fonte: Diário Económico

 

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