Economia

Açores já ultrapassam 70% do PIB médio europeu

  • 3 de Dezembro de 2015
  • 494 Visualizações, Última Leitura a 16 Setembro 2019 às 10:12
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Ávila diz que trajetória de convergência deve-se ao bom aproveitamento dos fundos comunitários. Às empresas pede uma “estratégia mais vincada”.

Os Açores já atingiram 71 por cento do produto interno bruto (PIB) médio europeu, valor superior em um ponto percentual ao assumido para o Quadro Comunitário de Apoio (QCA) que vigorou entre 2007 e 2013.

O Vice-Presidente do Governo Regional deu ontem a notícia na abertura do seminário Do Proconvergência ao Açores 2020, dedicado à análise do programa e à ligação que faz com o Programa Operacional até 2020.

“Tendo em conta que assumimos como meta principal deste Quadro Comunitário de Apoio atingir 70 por cento do PIB médio da União Europeia, conseguimos antes de finalizar a execução do Proconvergência não só atingir esse objetivo, como inclusive superá-lo, estando já os Açores com 71 por cento do PIB médio europeu”, frisou na ocasião. Sérgio Ávila afirma que, apesar das dificuldades, os principais objetivos foram cumpridos do ponto de vista de execução financeira e de resultados macroeconómicos, realçando que a trajetória de convergência com os índices de riqueza dos países europeus mais desenvolvidos deve-se ao “bom aproveitamento dos fundos comunitários feito pelos Açores”.

“Aquando da preparação e negociação do Proconvergência, no já distante ano de 2006, foi considerada otimista a previsão de associar ao programa uma despesa pública prevista acima de mil milhões de euros. Como se sabe, esse montante não só foi atingido como, inclusivamente, ultrapassado”, salientou.

Nesse sentido, o  governante revelou que até ao final de novembro passado, no Proconvergência, tinha sido “validada uma despesa global de investimento efetivamente realizada e paga na ordem dos 1,3 mil milhões de euros, entre projetos públicos e privados, a que corresponde um esforço financeiro público de 1,1 mil milhões de euros e um financiamento do fundo estrutural FEDER de 968,5 milhões de euros”.

O Vice-Presidente do governo disse que este último montante supera a dotação FEDER para o programa (966,3 milhões de euros), referindo que, por conseguinte, a taxa de execução do programa ultrapassa os 100 por cento. Ao todo, foram mais de 1700 projetos aprovados e executados, entre os quais cerca de mil privados e os restantes levados a cabo por entidades públicas.

Quanto ao QCA 2014-2020, Sérgio Ávila diz que se avizinha “um tempo de afirmação da economia açoriana”,  razão pela qual impõe-se “a adoção, pelas pequenas e médias empresas regionais e pelos seus empresários, de uma estratégia mais vincada nos fatores imateriais de competitividade da produção económica regional enquanto fator indispensável para o reforço da criação de valor”.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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