Economia

Valor das conservas de peixe dos Açores aumenta

  • 22 de Novembro de 2015
  • 598 Visualizações, Última Leitura a 23 Março 2019 às 16:30
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O valor das conservas de peixe produzidas nos Açores aumentou 2,4 por cento para 13,9 milhões de euros, no terceiro trimestre deste ano, revelam os dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA).

Para empresas como a Corretora e Santa Catarina este aumento do valor deverá estar relacionado  com o crescimento do mercado dos produtos diferenciados - “gourmet” - que são cada vez mais a aposta das duas empresas.

Já as conservas de atum tradicionais não têm tido valorização do preço, sofrendo antes a pressão da concorrência de mercados externos que causam, em alguns casos, a redução do preço de venda.

Segundo os últimos dados disponibilizados pelo SREA, no terceiro trimestre saíram dos Açores 2260 toneladas de conservas de peixe com um valor de 13,9 milhões de euros, representando, relativamente ao mesmo período de 2014, uma diminuição de 14,9 por cento em volume e um aumento de 2,4 por cento em valor.

Dos 13,9 milhões de euros faturados, a maioria teve como destino Portugal Continental e a Madeira. Assim, 64,3 por cento  do  valor  faturado  das  conservas  de peixe saídas, o que equivale a 8,9  milhões  de  euros, refere-se a  Portugal  Continental  e Madeira,  18,9 por cento  à  União  Europeia  (2,6  milhões  de  euros), com  os  países terceiros a absorver os remanescentes  16,8 por cento (2,3 milhões de euros).

Comparando com os trimestres anteriores deste ano, verifica-se que, já no segundo trimestre deste ano, o valor das conservas aumentou face ao período homólogo.

No primeiro trimestre, os dados disponibilizados pelo SREA revelavam diminuições na ordem dos 85 por cento, quer nas vendas quer no valor de vendas das mesmas.

“Saíram da Região 1574 toneladas de conservas com um valor de 8,3 milhões de euros, representando, relativamente ao mesmo período de 2014, uma diminuição de 85,2 por cento no peso e de 84,5 por cento no valor”, revelava a estatística regional.

Já no segundo trimestre, os dados mostravam que tinham saído da Região 2651 toneladas de conservas de peixe com um valor de    15,9 milhões de euros, representando, relativamente ao mesmo período de 2014, uma diminuição de 9,8 por cento em volume e um aumento de 14 por cento em valor.

Atualmente, na Região, existem quatro empresas que se dedicam às conservas de peixe: Corretora e Cofaco, em São Miguel; Santa Catarina, em São Jorge; e Pescatum, na ilha Terceira.


Fonte: Açoriano Oriental

 

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