Economia

Combater o desemprego com empreendedorismo

  • 22 de Junho de 2015
  • 672 Visualizações, Última Leitura a 16 Outubro 2019 às 12:33
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O CPE-Premium é um dos instrumentos da Agenda Açoriana para a criação de Emprego e Competitividade  Empresarial que tem como objetivo disponibilizar mecanismos de apoio a beneficiários de subsídio de desemprego  para que estes possam criar o seu próprio posto de trabalho Apoiar os desempregados na criação do seu próprio emprego, desenvolvendo uma atividade empresarial que potencie tanto as suas capacidades e competências, como a materialização do seu espírito empreendedor, e com a ambição de poder contribuir para a criação de novos empregos, é o grande objetivo do programa CPE- Premium.

“Conscientes de que o programa constitui-se como mais uma peça no leque de soluções que hoje existem de dinamização do empreendedorismo, pela expressão que tem assumido, acreditamos que o CPE-Premium tem-se afigurado, para muitos desempregados como uma alternativa viável e em expansão, para combater ou atenuar os efeitos do desemprego”, refere a Direção Regional do Emprego e Qualificação Profissional (DREQP).

São, nesse contexto, abrangidos por esta medida os desempregados que beneficiem de subsídio de desemprego e que através do pagamento total ou parcial do mesmo, de uma só vez, se propõem criar o seu próprio emprego e iniciar uma atividade empresarial através da constituição de uma nova empresa ou da aquisição do capital social de empresa preexistente.

Como incentivo adicional a quem se propuser resolver a sua situação de desempregado mediante a criação de uma nova empresa, o Governo dos Açores atribui um prémio que acresce ao pagamento, total ou parcial, do montante global das prestações de desemprego a que o promotor tenha direito, cujo valor pode ir até aos 5 mil euros por projeto de investimento, dos quais 3 mil euros são cedidos a título não reembolsável, sendo os restantes 2 mil euros reembolsáveis.

A nova empresa não deverá estar constituída à data de entrega da candidatura junto dos serviços da Direção Regional do Emprego e Qualificação Profissional, nem até que sobre a mesma recaia despacho, com exceção do projeto que inclua no investimento a realizar a compra de capital social.

Fonte da DREQP explica ainda que “sempre que o projeto envolva a contratação de outros desempregados, os prémios a conceder pela Região serão aumentados em 50%”.

Uma vez instruído e despachado o processo, a realização do investimento e a criação dos postos de trabalho devem estar preconizados no prazo de seis meses a contar da data da atribuição do apoio.

“Numa economia de novas dinâmicas como a que vivemos, em que a criação de emprego reveste-se de caráter essencial para o aumento da produtividade, é importante que se garanta o desenvolvimento de vários instrumentos adequados que permitam o fomento do empreendedorismo e a concretização de investimentos”, revela a DREQP.

Fonte: Açoriano Oriental

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