Comunicação e Eventos

CCAH promove estudo acerca da Economia Paralela nos Açores

  • 22 de Março de 2013
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A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) está a promover um estudo acerca da Economia Paralela na Região. A novidade foi dada pelo vice-presidente da CCAH, Carlos Santos, numa Sessão de Esclarecimento sobre a Economia Paralela, a 20 de Março, em Angra do Heroísmo, que contou com a presença do Inspetor Regional das Atividades Económicas (IRAE), Paulo Machado.

Segundo o diretor da Associação Empresarial das Ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa, o estudo foi adjudicado ao Observatório de Economia e Gestão de Fraude para “desenvolver um trabalho que permita não só conhecer a realidade da economia paralela nos Açores, como também propor medidas governamentais para o combate à economia paralela e formar quadros técnicos e eticamente preparados para a implementação de políticas antifraude, nos Açores”. Além disso, o estudo visa, também, “contribuir para uma opinião pública esclarecida sobre as problemáticas da economia paralela e da fraude, nos Açores”. Prevêem-se as primeiras conclusões do estudo no início do 2º semestre deste ano.

Carlos Santos realçou a importância de, coincidentemente, haver “maior eficácia e articulação na atuação das diversas entidades com competência fiscalizadora” e de haver “maior incidência de atuação sobre as empresas não legalizadas, não numa ótica de “Caça às bruxas”, mas para que se possam legalizar os ilegais”.  

Na Sessão, que contou com a presença de cerca de 50 empresários, foram muitas as preocupações deixadas acerca do assunto, nomeadamente relacionadas com as vendas ambulantes, distribuição alimentar, faturação, desenvolvimento de atividades não legalizadas ou licenciamento de espaços sem condições mínimas.

O inspetor regional indicou 60% da atividade da IRAE é centrada na economia paralela e que será apresentado, em breve, um Plano de Combate à Economia Paralela. Paulo Machado apelou à denúncia dos casos, para que o corpo inspetivo possa identificar os alvos e atuar com maior precisão, mas realçou que o problema é sobretudo cultural, pelo que a fiscalização não resolve tudo e é necessário principalmente eliminar o problema na origem.
 
As Fotos da Sessão estão disponíveis em http://www.facebook.com/media/set/?set=a.459725120763103.1073741830.135611409841144&type=3. 

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